sábado, 28 de março de 2009

Hotel norte-coreano é considerado o prédio mais feio da terra


[b]'Monstro' começa a ser finalizado depois de 16 anos parado.
Anúncios promovendo o turismo na cidade apagam o hotel da foto.[/b]



Do G1, em São Paulo




O hotel Ryugyong, na Coreia do Norte, é considerado por vários sites (Esquire.com, Worldhum.com, Weirdasianews.com) como a construção mais feia do planeta.

O edifício fica em Pyongyang e é um dos mais altos do mundo, com 330 metros de altura. Tem 3 mil quartos distribuídos em 105 andares. O topo do prédio --que teria sido inspirado no castelo da Cinderela, mas parece um foguete-- abrigará cinco restaurantes.

Sua construção começou em 1987. As obras foram interrompidas em 1992 e só retomadas agora, 16 anos depois.

Críticos do "monstrengo" duvidam que ele um dia seja concluído, já que o país está sem dinheiro e não há turismo na região. Há ainda a suspeita de que ele nunca poderá ser habitado por erro de cálculo dos engenheiros. Para piorar, é comum peças publicitárias que enaltecem as belezas da região apagarem o hotel da foto.

Reflexão... Diario de um cão...


Retirado do Orkut



1ª semana:
- Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este
mundo!

1º mês:
- Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!

2 meses:
- Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu
olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova "família humana " cuide
tão bem de mim como ela o fez.

4 meses:
- Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e
para mim são como "irmãozinhos". Somos muito brincalhões, eles me puxam
o rabo e eu os mordo de brincadeira.

5 meses:
- Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz "pipi"
dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além
do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar.

8 meses:
- Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão
protegido... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas
coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na
terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca
me educam. Deve
ser correto tudo o que faço.!

12 meses:
- Hoje completo um ano. Sou um cão adulto.
Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem
ter de mim!!

13 meses:
- Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem
um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e
que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está
acontecendo.

15 meses:
- Já nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já
não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não
tenho teto que me abrigue...

16 meses:
- Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me
perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um
ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia!

Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel.
Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no
campo.
Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem!"
lati... se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as minhas
forcas. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e
eles não paravam. Haviam me esquecido.

17 meses:
- Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me
perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com
tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde
o fundo de minh'alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como
ninguém!

Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter se perdido."

18 meses:
- Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens
como meus "irmãozinhos". Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou
uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas
pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.

19 meses:
- Parece mentira Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já
estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me
mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.

20 meses:
- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde
passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado
"calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que
até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me
deslocou as cadeiras!
A dor é terrível!

Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até
a relva, na beira do caminho..

Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já
não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num
lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo...

Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto".
Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os
olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te
deixaram", dizia... junto com ela estava um senhor de avental branco.
Começou a tocar-me e disse:
"Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio". É melhor que pare
de sofrer".

A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude,
mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar.
Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque
tive que nascer se ninguém me queria...

19 meses:
- Parece mentira Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já
estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me
mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.

20 meses:
- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde
passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado
"calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que
até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me
deslocou as cadeiras!
A dor é terrível!

Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até
a relva, na beira do caminho..

Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já
não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num
lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo...

Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto".
Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os
olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te
deixaram", dizia... junto com ela estava um senhor de avental branco.
Começou a tocar-me e disse:
"Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio". É melhor que pare
de sofrer".

A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude,
mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar.
Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque
tive que nascer se ninguém me queria...

Planos da Al Qaeda para destruir os EUA




O texto abaixo trata dos planos da Al Qaeda para destruição dos Estados Unidos da América. O texto não fui eu quem o escreveu. Apenas o recebi na minha caixa postal, via Internet, no início de 2003, e estou publicando-o aqui após corrigir alguns erros ortográficos e gramaticais. Sinceramente, não acredito no conteúdo do texto. Se fosse verdade o que está escrito, acho que a Al Qaeda já teria acabado com os Estados Unidos há muito tempo! Mas, mesmo não acreditando na pura verdade, há, neste texto, um grande plano de real destruição dos Estados Unidos, com ações de alto impacto principalmente no setor financeiro do país com fortes indícios de que este plano realmente pode estar para acontecer. Não na questão como está citado no texto, de simplesmente apertar um botão para a desgraça norte-americana vir à tona, mas na questão de que, em médio prazo, toda a estrutura de ataque poder ser montada e realmente estar próximo o fim do Império Norte-Americano...



Segundo um comentário deixado por Thiago Santos de Divinópolis/MG, amigo e visitante do site A Fraude do Século, este texto realmente não é verdadeiro, tratando-se de um Hoax. Se lermos de trás para frente o nome do entrevistado do texto, Al-Asuquf, temos Fuqusa. Ou melhor: FuckUSA!

Uma confirmação da fraude desse Hoax pode ser lida em http://antivirus.about.com/library/hoaxes/bljazeera.htm.



Por quê, como e quando destruir os Estados Unidos da América?

A entrevista a seguir, foi feita por um repórter da Rede Al-Jazeera com o terceiro homem em comando da organização Al Qaeda, o sr. Mohammed Al-Asuquf. Al-Asuquf tem uma qualificação impressionante, doutor em física e mestrado em economia internacional. Na entrevista, ele fala dos planos da Al Qaeda com total desprendimento, conhecimento de causa e transmite uma segurança inabalável. Esta entrevista foi enviada a Abel-Bari Atwan, editor-chefe do Al Quds, um jornal de língua árabe publicado em Londres, mas não chegou a ser publicada, pois seu conteúdo é muito revelador. Uma cópia da entrevista veio parar em Foz-do-Iguaçú e foi traduzida para o português por um professor universitário da comunidade árabe daquela cidade. Esta é provavelmente a única versão, que não em árabe, desta entrevista:

Al-Jazeera - Qual o objetivo da rede Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destruir o Grande Satã, isto é, os Estados Unidos e Israel.

Al-Jazeera - Por quê?

Al-Asuquf - Os EUA vêm, ao longo de 60 anos, impregnando o mundo com a sua arrogância, ganância e maleficência. É a encarnação de tudo que é mal. As pessoas que vivem nesse planeta não merecem este martírio.

Al-Jazeera - Esta visão não é um tanto unilateral?

Al-Asuquf - Não, é só você observar os últimos acontecimentos. O desrespeito ao tratado de Kyoto, o caso do Tribunal Penal Internacional Permanente, a inatividade em relação aos nossos irmãos palestinos, a ganância financeira com especulações absurdas sobre os países do Terceiro Mundo, o descaso completo com outros povos oprimidos e outras infinidades de situações que todos os chefes-de-estado ao redor do mundo conhecem. E, para coroar a situação: a doutrina Bush de "atirar primeiro e perguntar depois". Isso é um abuso inaceitável e, portanto, terá conseqüências muito graves.

Al-Jazeera - Mas o desenvolvimento e a influência americana não é fruto de uma competência?

Al-Asuquf - Competência em extorquir, competência em subjugar, competência em mentir. Após a Segunda Guerra Mundial, os EUA eram o único país industrializado com o seu parque de fábricas intacto. Emprestando dinheiro, como um bom agiota, acabou por se tornar um país muito rico e poderoso. Porém, sua ganância não foi reduzida. Hoje os americanos vivem como nababos, desperdiçam como nenhum outro povo, gastam cerca de 80 bilhões de dólares em apostas, perderam a noção de espiritualidade e vivem em constante pecado. A cada dia que passa os EUA demonstram que não sabem viver com outros povos. Por isso, merecem ser destruídos.

Al-Jazeera - Não seria mais fácil assassinar o presidente George W. Bush?

Al-Asuquf - Em primeiro lugar, isso não iria adiantar nada, além, talvez, de transformá-lo em mártir. Quando você tem um inimigo poderoso pela frente a melhor estratégia é não matá-lo e sim fazer ele perder a liderança por incompetência e deixá-lo viver para ver isto acontecer.

Al-Jazeera - A rede Al Qaeda tem capacidade bélica de guerrear com os EUA?

Al-Asuquf - Se analisarmos a história, veremos que toda grande guerra antes de ser iniciada era baseada em conceitos já estabelecidos. Mas, observando bem, estes conceitos e estratégias de nada adiantaram, pois uma outra forma de guerra estava por ser travada. Um exemplo foi a construção da Linha Maginot pelos franceses após a Primeira Guerra Mundial e que na realidade se mostrou completamente inútil diante das forças invasoras. Os porta-aviões, submarinos nucleares, satélites espiões de nada adiantarão na próxima guerra.

Al-Jazeera - Autoridades americanas mantém mais de 1.000 pessoas suspeitas de terrorismo após 11 de setembro. Isto não compromete os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destas pessoas presas, talvez 20 ou 30 pertençam à Al Qaeda. Porém, são do segundo escalão. Nós possuímos mais de 500 integrantes do primeiro escalão e 800 do segundo escalão dentro dos EUA.

Al-Asuquf - O que significa primeiro ou segundo escalão?

Al-Jazeera - Primeiro escalão são integrantes da Al Qaeda que se encontram nos EUA há mais de dez anos, muitos deles casados e com filhos. Conhecem por alto os planos e estão apenas aguardando um telefonema. Também são conhecidos por "adormecidos". Os de segundo escalão chegaram nos últimos 5 anos e não possuem a mínima idéia dos planos.

Al-Jazeera - Mesmo os casados, com filhos, estariam dispostos a morrer com suas famílias?

Al-Asuquf - Sim. Todos estão dispostos a morrer. Vide 11 de setembro.

Al-Jazeera - Nos planos gerais da Al Qaeda, o que foi o 11 de setembro?

Al-Asuquf - Numa escala geral, foi apenas o início. Foi apenas uma maneira de chamar a atenção do mundo para o que ainda virá.

Al-Jazeera - Quantos membros a Al Qaeda possui?

Al-Asuquf - De primeiro escalão, perto de 5 mil. De segundo escalão, perto de 20 mil ao redor do mundo.

Al-Jazeera - Na prisão de Guantânamo têm algum integrante do primeiro escalão?

Al-Asuquf - Não, inclusive muitos nem são da rede Al Qaeda.

Al-Jazeera - Como a Al Qaeda pretende destruir a nação mais poderosa de toda a história?

Al-Asuquf - É uma questão de logística. Usando o seu próprio veneno. Isto é, atacando o coração do que eles consideram a coisa mais importante neste mundo: o dinheiro.

Al-Jazeera - Como assim?

Al-Asuquf - A economia americana, é uma economia de falsas aparências. Não existe lastro econômico real para a economia americana. O PIB americano é algo em torno de 10 trilhões de dólares, sendo que apenas 1% vem da agropecuária e apenas 24% vem da indústria. Portanto, 75% do PIB americano vem de serviços e grande parte disso são especulações financeiras.

Para quem entende de economia e, ao que parece, o secretário do Tesouro Americano, Paul O'Neil, não entende ou não enxerga. Basta ver que os EUA como um todo, se comportam como uma imensa companhia "ponto-com" e os dólares propriamente dito são suas ações.

Al-Jazeera - O senhor pode explicar mais?

Al-Asuquf - O valor das ações de uma companhia é diretamente proporcional à rentabilidade desta empresa. Quando a empresa é apenas prestadora de serviços e não produz bens, o valor de suas ações depende de sua credibilidade. O que quero dizer é que se a credibilidade dos EUA for abalada, suas ações (o dólar), irão cair numa velocidade impressionante e toda a economia americana entrará em colapso.

Al-Jazeera - Como o senhor tem certeza disto?

Al-Asuquf - Em escala menor, é exatamente o que os grandes grupos financeiros fazem com países do Terceiro Mundo para conseguir rentabilidades em um mês o que nenhum banco suíço poderia dar em 4 ou 5 anos.

Al-Jazeera - Como, portanto, a Al Qaeda conseguiria abalar a economia americana a esse ponto?

Al-Asuquf - Provocando um déficit de 50 a 70 trilhões de dólares, o equivalente ao PIB de 5 a 7 anos dos EUA.

Al-Jazeera - Como isto seria feito?

Al-Asuquf - Com a destruição das 7 maiores cidades americanas e mais algumas medidas.

Al-Jazeera - Isto seria feito através de que método?

Al-Asuquf - Usando bombas atômicas.

Al-Jazeera - Com toda a segurança nos EUA como, hipoteticamente, estas bombas seriam lançadas em solo americano?

Al-Asuquf - Elas não serão lançadas, elas já estão lá.

Al-Jazeera - O que o senhor está dizendo?

Al-Asuquf - Já existem 7 ogivas nucleares em solo americano que foram colocadas antes do 11 de setembro e estão prontas para serem detonadas.

Al-Jazeera - Como elas entraram nos EUA?

Al-Asuquf - Antes do 11 de setembro, a segurança americana era um fiasco e, mesmo depois, se fosse necessário, também conseguiríamos colocar as bombas nos EUA. Elas entraram através dos portos marítimos, como cargas normais.

Al-Jazeera - Como isto é possível?

Al-Asuquf - Uma ogiva nuclear não é maior que uma geladeira, portanto, pode ser facilmente camuflada como uma. Em um porto marítimo chegam milhares de contêineres por dia. Por mais eficiente que seja a segurança, é impossível checar, vasculhar e examinar cada contêiner.

Al-Jazeera - De onde vieram estas bombas atômicas?

Al-Asuquf - Foram compradas no mercado negro.

Al-Jazeera - De quem?

Al-Asuquf - Da antiga URSS compramos cinco e do Paquistão mais duas.

Al-Jazeera - Como é possível comprar uma bomba atômica? Não existe segurança?

Al-Asuquf - Antes de 1989 era praticamente impossível. Porém, após a queda do muro de Berlim, o exército russo entrou em um processo de autofagia e alguns generais de alto escalão começaram a perder seus privilégios. Portanto, ficaram altamente susceptíveis às corrupções. O próprio General Lebeb, já falecido, e o chefe da comissão de inspetores de armas da ONU, Hans Blix já sabiam disto, apesar do ministro da Defesa russo, Serguey Ivanov negar.

Al-Jazeera - Quanto custa uma bomba nuclear?

Al-Asuquf - Algo em torno de 200 milhões de dólares.

Al-Jazeera - Como a Al Qaeda conseguiu este dinheiro?

Al-Asuquf - Temos vários patrocinadores.

Al-Jazeera - Quem são eles?

Al-Asuquf - Existem vários países que nos patrocinam e mais algumas pessoas muito ricas.

Al-Jazeera - São todos países árabes?

Al-Asuquf - Não, existem inclusive países da Europa que também têm interesse na queda dos EUA.

Al-Jazeera - Quem são estas pessoas ricas?

Al-Asuquf - Pessoas que também se cansaram de ver os EUA sugando o resto do mundo.

Al-Jazeera - Saddam Hussein é uma delas?

Al-Asuquf - Poderia se dizer que é apenas um dos colaboradores, na pessoa de Abdul Tawab Mullah Hawaish, seu vice-primeiro-ministro e responsável pelos programas de armas do Iraque.

Al-Jazeera - Estas bombas atômicas são de que potência?

Al-Asuquf - As 5 ogivas russas são dos antigos mísseis T-3, também conhecidos como RD-107 e sua potência é algo em torno de 100 kilotons cada uma, isto é, 5 vezes a bomba de Hiroxima. As paquistanesas são menos potentes, algo em torno de 10 kilotons.

Al-Jazeera - As bombas não podem ser detectadas e desarmadas pelas autoridades americanas?

Al-Asuquf - Não, apesar de antigas elas sofreram modernizações e estão muito bem escondidas. Mesmo que fossem localizadas, elas possuem dispositivos de auto-detonação se alguma coisa se aproximar. Mesmo pulsos eletromagnéticos não são capazes de desativá-las.

Al-Jazeera - Elas não emitem radiação? Não podem ser detectadas?

Al-Asuquf - Não. Elas estão envoltas em grossas paredes de chumbo.

Al-Jazeera - Um navio paquistanês suspeito foi vistoriado há pouco tempo e só encontraram barras de chumbo. Isto tem alguma coisa a ver com as bombas?

Al-Asuquf - Sim, porém aquele chumbo seria apenas uma cobertura extra, não necessariamente fundamental.

Al-Jazeera - Como estas bombas seriam detonadas?

Al-Asuquf - Existem vários métodos, ligação por celular, rádio freqüência, abalos sísmicos ou pelo seu relógio regressivo.

Al-Jazeera - Uma vez detonadas, estas bombas causariam a morte de quantas pessoas?

Al-Asuquf - Depende, pois o plano é muito maleável.

Al-Jazeera - Qual é, portanto, todo o plano?

Al-Asuquf - A princípio, seria detonada uma ogiva, o que iria provocar a morte de 800 mil a 1 milhão de pessoas e provocaria um caos de proporções nunca antes vistas nos EUA. Durante este caos, mais 2 ou 3 aviões agrícolas que se encontram desmontados em celeiros perto de estradas sem movimento do interior dos EUA levantariam vôo para pulverizar mais 2 ou 3 grandes cidades americanas com varíola em missões suicidas. Isto significa que uma vez identificada a varíola, todos os portos aéreos e marítimos seriam fechados para quarentena. As fronteiras terrestres também se fechariam. Nenhum avião, barco ou veículo terrestre sairia ou entraria nos EUA. Isto seria o caos total. O secretário de imprensa da Casa branca, Ari Fleischer terá muito a fazer.

Al-Jazeera - Mas, o governo americano garantiu que em 5 dias poderia produzir vacina contra a varíola para toda a população.

Al-Asuquf - Ataques suicidas paralelos serão feitos contra as fábricas das vacinas.

Al-Jazeera - Qual seria a primeira cidade?

Al-Asuquf - A primeira cidade será a que melhores condições apresentar, por exemplo, céu claro, ventos de 8 ou mais milhas por hora em direção ao centro do país, para que a poeira radioativa passa contaminar a maior área possível.

Al-Jazeera - Esse ataque aniquilaria os EUA?

Al-Asuquf - Não. Mas o processo estaria iniciado. Quem iria comprar algum alimento dos EUA sabendo que poderia estar contaminado por radiação? Queria viajar para os EUA sabendo da possibilidade de contrair varíola? Quem continuaria a investir dinheiro em instituições americanas? Como no World Trade Center, seria apenas uma questão de tempo para toda a estrutura econômica ruir e virar pó. Se os objetivos forem alcançados com uma bomba e a varíola, provavelmente iremos poupar a vidas de outras pessoas, porém é arriscado e provavelmente mais 6 bombas atômicas serão detonadas, uma por semana, e mais ataques com armas químicas serão efetuados.

Al-Jazeera - Quantas pessoas inocentes morrerão?

Al-Asuquf - Segundo estimativas feitas por mim e Ayman Al-Zawahiri, algo em torno de 15 milhões devido às bombas atômicas e sua radiação. Das contaminadas por varíola, 25% morrerão, sendo algo em torno de 5 milhões. E muitas outras devido ao caos e à desordem instalada.

Al-Jazeera - Mas, e a resposta militar americana?

Al-Asuquf - Praticamente não haverá. Mesmo que 5 ou dez cidades sejam escolhidas de maneira aleatória para serem destruídas, ainda será um preço pequeno para pagar. O problema é que o desespero econômico será tão grande que até poupar ao gastar armas desnecessariamente ocorrerá. Pois a liquidez de bens americanos ficará quase a zero e, nesta altura, os EUA ganharão mais vendendo um porta-aviões da classe Nimitz, que custa perto de 5 bilhões de dólares, para a Turquia ou Itália por 1 bilhão de dólares. Pois precisarão se recapitalizar de maneira urgente. Porém, será tarde demais. Além do mais, qual será a moral de um soldado americano de lutar sabendo que toda a sua família morreu e seu país deixou de existir. Lutar pelo quê?

Al-Jazeera - A economia mundial, também, não ruirá?

Al-Asuquf - No início será muito difícil, uma grave crise econômica se instalará. Porém, sem os EUA, o mundo logo se erguerá de maneira mais justa e fraterna.

Al-Jazeera - E Israel?

Al-Asuquf - Como vocês dizem... será a sobremesa.

Al-Jazeera - Osama Bin Laden está vivo?

Al-Asuquf - Vivo e com muita saúde, ao lado de seus comandantes, Mohammed Atef e Khalid Shaik Mohammed e o Mula Omar.

Al-Jazeera - O porta-voz de Bin Laden, Sulaiman Abu Gheith, sabe que o senhor deu esta entrevista?

Al-Asuquf - Foi ele quem me sugeriu que desse a entrevista.

Al-Jazeera - E o senhor não receia que venham a descobrir os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - O plano já está em sua contagem regressiva, nada mais poderá pará-lo.

Al-Jazeera - Nem mesmo um pedido de desculpas e novas atitudes por parte dos EUA?

Al-Asuquf - Isso não aconteceria e mesmo assim é tarde demais.

Al-Jazeera - Quando será iniciado o ataque?

Al-Asuquf - Não posso revelar. Allah Akbar (Deus é Grande).

A IMPORTÂNCIA DO IDIOMA NA CARREIRA


Ana Paula Ruiz



Falar um idioma fluentemente já não é mais um diferencial profissional, mas sim um pré-requisito para quem busca uma vaga no mercado de trabalho ou pensa em crescer profissionalmente. Seja Inglês, Espanhol, Francês ou qualquer outro idioma, hoje em dia é impossível se dar bem falando apenas Português.
A pesquisa "O perfil dos líderes empresariais", realizada pelo Grupo Catho, em fevereiro de 1999, mostra que a maioria dos profissionais que ocupam altos cargos em grandes empresas tem fluência em pelo menos um idioma, geralmente o Inglês. Dos 625 executivos de alto nível entrevistados, 32,35% (entre presidentes, vice-presidentes, diretores e gerentes) falam e escrevem em Inglês corretamente; 38,56% fala fluentemente com alguns erros; 20,59% fala com um pouco de dificuldade; 4,84% tem somente conhecimento técnico de para leitura e apenas 3,63% não fala Inglês.
A maioria dos presidentes fala fluentemente com alguns erros, assim como os diretores. Os vice-presidentes, em sua maioria, falam e escrevem fluentemente e a maioria dos gerentes fala Inglês com uma certa dificuldade.
Quando a pergunta é sobre o conhecimento de outros idiomas, a maioria tem como terceira língua (depois do Português e do Inglês) o Espanhol (42,39%) e depois o Francês (12,32%). Alguns deles (29,35%) não têm conhecimento em outro idioma além do Português e do Inglês. A pesquisa mostrou também que, entre os cargos citados, os vice-presidentes são os que mais se preocupam em aprender um terceiro idioma.


QUEM FALA INGLÊS GANHA MAIS!

Outra pesquisa realizada pelo Grupo Catho em agosto de 1997 justifica a afirmação acima. A pesquisa "A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros", realizada com 1356 executivos, mostra que a diferença de remuneração entre os profissionais que falam Inglês chega a mais de US$ 2,000.00 por ano em relação aos profissionais que não conhecem o idioma.
A diferença salarial anual entre um presidente que fala e outro que não fala Inglês fluentemente é US$ 2,489.74; diretor US$ 1,557.46; gerente US$ 809.71; supervisor US$ 512.82 e profissional especializado, US$ 1,185.09.
A coordenadora do Departamento de Inglês da Associação Alumni, Marie Ryan, trabalha com o ensino de Inglês desde 1977 e afirma que, do jeito que o mundo está caminhando para a globalização, o profissional deve ter, no mínimo, conhecimentos de Inglês para garantir seu lugar no mercado de trabalho. "O Inglês é um idioma conhecido em qualquer lugar do mundo. Até na China e no Japão se fala Inglês. Daí a importância de todas as pessoas, inclusive os jovens, conhecerem bem o idioma", afirma Marie.
Para quem usa a Internet, os conhecimentos em Inglês também são fundamentais, e a tendência é que as pessoas se dêem cada vez mais conta disso e corram em busca deste aprendizado. "Nos últimos cinco anos a busca pelos cursos de Inglês aqui na Alumni cresceu muito, e o que as pessoas mais procuram são cursos que ensinem Inglês o mais rápido possível. Tenho procura por cursos intensivos todos os dias", diz Marie Ryan.
O público que mais pense em aprender Inglês é formado por jovens executivos ou recém-formados, de 20 a 30 anos, empresas e crianças a partir dos cinco anos de idade. "Todos querem falar, esquecendo, muitas vezes, que entender e escrever é importante também", se surpreende a coordenadora.
E é possível aprender Inglês rapidamente? "O tempo de aprendizado depende muito da dedicação de cada aluno e da sua capacidade de aprendizagem", esclarece. "O mais difícil é colocar as palavras na ordem correta e usar o s nos verbos em terceira pessoa", finaliza. Marie garante que o segredo de aprender Inglês está no número de horas do curso. "O mínimo para um bom aprendizado são 500 horas (cerca de um ano e meio), para o nível básico, que possibilita um bom desempenho nos negócios, uma boa base para quem pretende estudar fora do Brasil e noções para falar o idioma já fluentemente". O ideal é que o estudo do idioma continue depois com mais um ano de nível intermediário e um ano e meio de Inglês avançado. "O tempo varia muito de uma escola para outra, mas o importante é continuar treinando mesmo depois de finalizado o curso para não enferrujar seus conhecimentos", esclarece Marie Ryan, coordenadora do Departamento de Inglês da Associação Alumni. "Quem não tem noção nenhuma de Inglês leva cerca de quatro anos para falar fluentemente".
"Para testar se seus conhecimentos estão enferrujados, nada melhor do que os famosos falsos cognatos", ensina Marie. Por exemplo, imagine você numa roda de amigos.
Alguém desabafa com você que está muito triste porque sua mãe teve um relapse de determinada doença. E você pensa se uma doença lá pode ser relapsa... Nada disso, seu amigo só quis dizer que estava muito chateado com a recaída da doença de sua mãe. Para tentar disfarçar, você puxa papo com um amigo sentado ao seu lado e comenta a beleza da irmã dele, também presente no mesmo grupo. Seu amigo responde: "Ela ainda é uma spring chicken!". O que? Um frango de primavera? Uma primavera de frango? Claro que não. Ele quis dizer que ela é ainda uma garotinha. Sem graça, você muda de lugar e resolve arriscar uma conversa com um rapaz novo na turma. "E aí, onde você trabalha?", você puxa o assunto, mas engasga quando ele responde que faz clerical work. "Ah, legal, estudei um pouco de teologia na escola, senhor padre!". Pausa para risos. Ele não é padre, só quis dizer que faz serviços de escritório. Quase desistindo da noite e voltando para casa, você ouve um amigo comentando que seu filho acabara de enrolled at USP, e complementa em voz alta que acha uma vergonha um jovem enrolar durante uma faculdade pública. Desista. O filho do seu aluno acaba de se matricular na USP.
"Pense nisso da próxima vez que adiar a matrícula de seu curso de Inglês", avisa Marie Ryan.


HAY QUE HABLAR!

O espanhol é a quarta língua mais falada no mundo, perdendo apenas do Inglês, Mandarim e Hindu, e é falada por 400 milhões de pessoas, 40 milhões só nos Estados Unidos. Nos últimos dois anos, o crescimento da procura do ensino do idioma cresceu mais de 30%, e apenas no estado de São Paulo já existem 54 centros de língua ensinando o idioma. Muitas universidades já incluíram a disciplina em seus exames de seleção e agora a obrigatoriedade do ensino de Espanhol nas escolas brasileiras de segundo grau já é quase uma realidade.
Já foi aprovado pelo Senado e aguarda votação da Câmara o projeto de lei que obriga o ensino da língua espanhola no segundo grau dos colégios brasileiros visando o Mercosul e o mundo cada vez mais globalizado.
Maria Eulália Alzueta, proprietária do Instituto de Espanhol Hispania, lembra que depois do Chinês, o Espanhol é o segundo idioma do ranking de línguas com o maior número de falantes em todo o mundo. "Nos últimos anos tem crescido a procura pelo aprendizado do idioma, um pouco por causa do tão falado Mercosul e também pela tramitação da lei da obrigatoriedade do Espanhol nas escolas a partir de 2002", explica Maria Eulália. "O único problema é que, se essa lei for aprovada, precisaremos de 200.000 professores ensinando o idioma no Brasil", complementa.
Hoje o Espanhol é fundamental para muitos profissionais, principalmente aqueles que trabalham com negociações entre o Brasil e países latino-americanos. "Com o ensino de Espanhol nas escolas, teremos as próximas gerações bem mais preparadas para o novo mercado que se anuncia", diz Eulália.
A maior dificuldade do aprendizado do Espanhol são os falsos cognatos (lembra a historinha que contamos logo acima sobre os falsos cognatos do Inglês?), segundo a proprietária do Instituto de Espanhol Hispania. "Tem muita gente que acha que falar Espanhol é fácil e sai por aí falando Portunhol, que não é nem Português e nem Espanhol", finaliza.
Maria Eulália destaca os principais problemas de falso cognato da língua espanhola:


O TERCEIRO IDIOMA MAIS SOLICITADO PELAS EMPRESAS

Depois do Inglês, o Espanhol e logo em seguida o Francês. Se fôssemos enumerar os idiomas que as empresas buscam em currículos na hora de contratar novos profissionais, o Francês, com certeza, apareceria logo depois do Espanhol.
A diretora do Núcleo de Ensino de Inglês, Espanhol e Francês (Nefi), Rosana Palmieri, afirma que ter conhecimento de outros idiomas além do Português é fundamental no mundo em que vivemos, e um bom profissional deve ter pelo menos mais dois idiomas fluentes. "O Francês está empatado com o Alemão em número de pessoas falantes em todo o mundo, mas aparece logo depois do Espanhol nas solicitações de empresas", afirma Rosana.
Na década de 80, o Francês era a língua padrão, o idioma que todo mundo queria aprender depois do Português. Era tão importante quanto o Inglês é hoje. "Tenho alunos, por exemplo, que ainda hoje que não gostam do Inglês e preferem aprender a falar Francês", afirma Rosana.
Na opinião de Rosana Palmieri, as pessoas já perceberam a importância de aprender um idioma, mas o poder aquisitivo da população ainda é baixo e investir num curso de idioma não é tão barato. "Na minha opinião, as pessoas deveriam aprender idioma na escola. O povo da Suíça, por exemplo, aprende quatro idiomas na escola; é uma questão cultural", cita Rosana.
Ter conhecimentos de Francês é importante para executivos que têm contatos internacionais. "A maioria dos meus alunos são executivos. Tem também aquelas pessoas que são apaixonadas pela cultura francesa, algumas com necessidade profissional e outras, na faixa dos 25 anos, que têm consciência da importância profissional da língua. Cerca de 60% dos meus alunos são homens", completa a diretora do Nefi.
Não é fácil aprender Francês, requer dedicação e consciência de sua importância. "O mais difícil é que, às vezes, temos que parar as aulas para ensinar Português, pois muitas regras gramaticais são iguais. Na minha opinião, é muito mais difícil aprender Inglês, já que o Francês é uma língua latina", afirma Rosana.
Para a diretora e professora do Nefi, Rosana Palmieri, o segredo de aprender Francês é não ter uma turma muito grande em sala de aula, não ter a pretensão de falar perfeitamente como um nativo, usar a Internet como instrumento de auxílio no aprendizado e ter, no mínimo, 400 horas de aula para o nível básico. "Com essa carga horária, o aluno está preparado para uma viagem de negócios".

Demografia da fé


Muçulmanos ultrapassam católicos em número
de adeptos. A razão: eles têm mais filhos


Duda Teixeira

Ali Jarekji/Reuters
Muçulmanos em Meca: uma religião em ascensão



Durante séculos, o catolicismo desfrutou o privilégio de ser a religião com o maior número de fiéis. Já não é assim. Na semana passada, monsenhor Vittorio Formenti, que trabalha na próxima edição do relatório anual de estatísticas do Vaticano, revelou ao L’Osservatore Romano, órgão oficial da Igreja, que atualmente há 1,3 bilhão de muçulmanos no mundo e apenas 1,1 bilhão de católicos. Em termos porcentuais, eles representam 19,6% da população mundial, enquanto os católicos são 17,4%. A vantagem islâmica no jogo demográfico é, por enquanto, parcial, pois se forem somados os fiéis de todas as denominações cristãs o total ultrapassa 2 bilhões de pessoas. O próprio Islã não é um bloco monolítico. Cada uma de suas várias vertentes – xiita, sunita, alauíta etc. – é, isoladamente, menor que o catolicismo. O futuro, de todo modo, favorece os seguidores de Maomé. No ritmo atual de expansão do islamismo, em menos de vinte anos os muçulmanos serão 30% da humanidade. O número de católicos então representará 16,7% da população mundial e os cristãos serão 25%.

Alguns fatos ajudam a entender essa expansão. A primeira é a diferença nas taxas de fertilidade entre os adeptos das duas religiões. O número de filhos por mulher cai nos países de maioria católica há mais de uma década. São sociedades modernas, em que as mulheres dão prioridade à profissão e o custo da educação dos filhos ajuda na decisão de optar por uma família menor. Na Itália e na Espanha, tradicionais bastiões do catolicismo, os índices de fertilidade estão entre os mais baixos do mundo. Na Europa, a taxa média é de 1,37 filho por mulher, bem abaixo dos 2,1 necessários para manter o tamanho da população. Na maior parte do mundo islâmico, o índice se mantém bem acima da média de reposição populacional. Dos dez países com as maiores taxas de fertilidade, seis são de maioria muçulmana. No Afeganistão, que lidera o ranking, a média é sete filhos por mulher.

O alto índice de fertilidade tem a ver com o papel subalterno da mulher e a valorização da família numerosa na sociedade islâmica. Mas as condições socioeconômicas influenciam tanto quanto as normas religiosas. Em mais da metade dos países com maioria muçulmana, o PIB per capita está abaixo de 1 000 dólares anuais. Isso equivale a um quarto da renda brasileira. Países pobres, famílias maiores. Um temor crescente entre os países europeus é ter sua identidade cultural – marcadamente cristã – ameaçada pelo crescimento da população muçulmana. Na França, imigrantes islâmicos e seus descendentes representam 10% da população. Entre os jovens franceses, o porcentual de muçulmanos sobe para 30%.

A Igreja Católica sofre uma sangria de fiéis – eles debandam para as seitas pentecostais, sobretudo na América Latina –, fenômeno que não existe nas fileiras do Islã. A contrapartida ocorre na África, onde o número de católicos triplicou nos últimos 26 anos. Até 2050, o planeta ganhará mais 2,7 bilhões de habitantes. Desse total, 40% virão da África Subsaariana, a África Negra. Outros 30% virão de países majoritariamente muçulmanos. Apenas 1% virá das nações ocidentais ricas, onde o cristianismo está mais consolidado.

Europa ou Eurabia?



por Daniel Pipes
The Australian
15 de Abril de 2008

http://pt.danielpipes.org/5520/europa-ou-eurabia

Original em inglês: Europe or Eurabia?
Tradução: Joseph Skilnik

O futuro da Europa está em jogo. Ela se transformará em "Eurabia", uma parte do mundo muçulmano? Ela permanecerá aquela distinta unidade cultural que tem sido no último milênio? Ou poderia haver alguma síntese criativa das duas civilizações?

A resposta tem uma importância enorme. A Europa pode até compor uns meros 7 por cento do território mundial, mas durante quinhentos anos, 1450-1950, para o bem ou para o mal, foi a máquina global da mudança. O futuro do seu desenvolvimento afetará toda a humanidade, especialmente países irmãos como a Austrália que ainda mantém vínculos íntimos e importantes com o velho continente.

Eu potencialmente suponho uma dessas três opções para a Europa: dominação Muçulmana, rejeição aos muçulmanos ou uma integração harmoniosa.

(1) A dominação muçulmana foi adotada por alguns analistas como sendo inevitável. Oriana Fallaci acha que a "Europa está se tornando cada vez mais uma província do Islã, uma colônia do Islã". Mark Steyn argumenta que vasta parte do mundo "Ocidental não sobreviverá ao século XXI e que sua maioria efetivamente desaparecerá ainda durante nossa geração, incluindo muitos se não a maioria dos países europeus". Tais autores apontam três fatores que levam à islamização da Europa: a fé, a demografia e o sentimento de herança.

A secularidade que predomina na Europa, especialmente entre as elites, leva à alienação em relação à tradição judaica-cristã, com os bancos das igrejas vazios e a uma fascinação com o Islã. Em completo contraste, os muçulmanos exibem um fervor religioso que se traduz numa sensibilidade jihadi, uma supremacia em relação aos não-muçulmanos e uma expectativa de que a Europa está esperando por uma conversão ao Islã.

O contraste em relação à fé também tem implicações demográficas, que consiste em que cada mulher cristã tem em média 1,4 filhos, ou seja, aproximadamente um terço a menos que o necessário para continuar mantendo sua população, enquanto os muçulmanos desfrutam de um crescimento dramaticamente mais elevado de taxa de fertilidade, se é que vem decaindo. Por volta em 2015, espera-se que Amsterdã e Rotterdam sejam as primeiras grandes cidades de maioria muçulmana. A Rússia poderia se tornar um país de maioria muçulmana em 2050. A fim de empregar um número suficiente de trabalhadores para financiar os planos de pensão existentes, a Europa necessita de milhões de imigrantes e estes tendem a ser desproporcionalmente muçulmanos, devido a razões de proximidade, vínculos coloniais e os conflitos nos países de maioria muçulmana.

Além disso, muitos europeus já não se importam mais com a sua própria história, suas tradições e seus costumes. Culpa em relação ao fascismo, ao racismo e ao imperialismo deixam muitos com um sentimento de que a sua própria cultura tem menos valor do que a dos imigrantes. Tal auto-desdém tem implicações diretas para os imigrantes muçulmanos, visto que, se os europeus evitam seus próprios costumes, por que os imigrantes deveriam adotá-los? Quando a isto se acrescentam hesitações muçulmanas pré-existentes sobre muito do que é Ocidental e especialmente a cerca de questões de sexualidade, os resultados são populações muçulmanas que resistem intensamente à assimilação.

A lógica deste primeiro percurso, no final das contas, nos leva a uma Europa se tornando uma extensão do Norte da África.

(2) Porém o primeiro percurso não é inevitável. Europeus nativos poderiam resistir a isto e já que compõem 95 por cento da população do continente, podem a qualquer hora reafirmar seu controle, caso vissem os muçulmanos posando como uma ameaça a sua valiosa maneira de viver.

Este impulso já pode ser visto em funcionamento na legislação francesa anti-hijab ou no filme Fitna de Geert Wilders. Partidos anti-imigração ganham força; um movimento com potencial nativista está tomando forma através da Europa, enquanto prosperam partidos políticos que se opõe à imigração, se focando no Islã e nos muçulmanos. Estes partidos incluem o Partido Nacional Britânico, o Vlaamse Belang da Bélgica, a Frente Nacional da França, o Partido Austríaco da Liberdade, o Partido para Liberdade da Holanda, o Partido do Povo Dinamarquês e os Democratas Suecos.

Eles provavelmente continuarão a crescer com as ondas imigratórias cada vez mais altas, com os partidos populares pagando, sendo alienados com as mensagens anti-islâmicas daqueles. Caso os partidos nacionalistas ganhem o poder, buscarão rejeitar o multiculturalismo, reduzindo a imigração, provavelmente estimularão a repatriação de imigrantes, apoiarão instituições Cristãs, incentivarão o aumento das taxas de natalidade européias nativas e de um modo geral tentarão restabelecer os costumes tradicionais.

Provavelmente o alarme muçulmano se seguirá. O escritor americano Ralph Peters esboçou um cenário no qual "navios da Marinha Norte-Americana estarão ancorados e marinheiros norte-americanos irão às praias de Brest, Bremerhaven ou Bari para garantir a evacuação segura dos muçulmanos europeus". Peters conclui que, devido à "crueldade inerradicável" dos europeus, "trata-se de uma questão de tempo a continuidade de seus muçulmanos". Como os europeus "aperfeiçoaram o genocídio e a limpeza étnica", os muçulmanos, antecipa ele, "terão sorte se forem apenas deportados", em vez de mortos. Realmente, os muçulmanos se preocupam sobre um tal destino; desde os anos oitenta, eles falam abertamente sobre muçulmanos sendo enviados às câmaras de gás.

A violência cometida por europeus nativos não pode ser impedida porém, os empenhos nacionalistas provavelmente serão menos violentos; se existe alguém que provavelmente inicie qualquer violência, serão os muçulmanos. Eles já se engajaram em muitos atos de violência e parece estarem se preparando para mais. Por exemplo, as pesquisas indicam que aproximadamente 5 por cento dos muçulmanos britânicos endossam os atentados aos meios de transporte de 7 de julho. Em resumo, a reafirmação européia levará possivelmente a contínuos conflitos civis, talvez numa versão mais letal do que as revoltas na França no outono de 2005.

(3) O resultado ideal seria os europeus nativos e imigrantes muçulmanos encontrarem um modo de viverem juntos harmoniosamente e criarem uma nova síntese. Um estudo de 1991 La France, une chance pour l'Islam (France, uma Oportunidade para o Islã) por Jeanne-Hélène Kaltenbach and Pierre Patrick Kaltenbach apresentou esta abordagem idealista. Apesar de tudo, este otimismo permanece como sabedoria popular, como foi sugerido por um líder da revista Economist de 2006 desprezando na sua conclusão, pelo menos para o momento, a possibilidade da Eurabia, como "alarmista ".

Esta é a visão da maioria dos políticos, jornalistas, e acadêmicos, mas ela está escassamente baseada na realidade. Sim os europeus nativos ainda poderiam redescobrir sua fé Cristã, poderiam gerar mais filhos e poderiam novamente amar sua herança. Sim, eles poderiam estimular a imigração não-muçulmana e aculturar muçulmanos que já moram na Europa. Sim, os muçulmanos poderiam aceitar a Europa histórica. Mas não só esses acontecimentos não estão ocorrendo, como as suas factibilidades são mínimas. Em particular, os muçulmanos jovens estão cultivando desgostos e alimentando ambições conflitantes com seus vizinhos.

Pode-se virtualmente desprezar a consideração de alguma possibilidade de muçulmanos aceitando a Europa histórica e se integrando nela. O colunista norte-americano Dennis Prager concorda: "É difícil imaginar qualquer outro futuro cenário para a Europa Ocidental do que a da sua Islamização ou do enfrentamento de uma guerra civil".

Mas qual desses dois rumos restantes irá o continente seguir? Prever é difícil porque a crise, ainda não golpeou. Mas ela pode não estar distante. Talvez, em uma década a evolução do continente ficará mais clara da maneira como a relação européia-muçulmana está tomando forma.

A natureza sem precedentes da situação da Europa também faz com que uma previsão seja extremamente difícil. Nunca na história, uma civilização importante se dissolveu de forma pacifica, nem um povo recuperou seu patrimônio. As circunstâncias sem precedentes da Europa as tornam difíceis de serem compreendidas, induzindo a negligencia e manifestando virtualmente a impossibilidade de antecipação. Junto com a Europa, todos nós entramos na terra incógnita.

Sr. Pipes é o diretor do Foro do Oriente Médio e ilustre companheiro visitante da Taube/Diller à Instituição Hoover da Universidade de Stanford. Ele está na Austrália para o debate da Intelligence Squared que irá acontecer hoje à noite em Sydney. Este artigo deriva de uma palestra por ele proferida ontem ao Quadrante.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Amados, amai-vos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus... I João 4:7

"Pesansamentos conduzem a Sentimentos.
Sentimentos conduzem a Ação.
Ação conduzem a RESULTADO."

Como é o seu relacionamento com incrédulos?

"Qualquer função ou comunicação social, ou outra atividade que nos leve a esconder a lâmpada debaixo do alqueire é o mundo. Muitas amizades, funções, contatos sociais com pessoas do mundo nos forçam a colocar nossa lâmpada debaixo do alqueire. Em tais circunstâncias não há maneira de nos levantarmos e declararmos que somos cristãos. Quando outros o envolvem nesse tipo de conversa, você tem de fingir que está gostando, para ser educado. Você tem que ouvi-los e rir com eles. Você se sente seco por dentro, mas tem de sorrir. Interiormente sabe que isso é pecado, contudo exteriormente não pode dizer que isso está errado. Você não deve permanecer nesse tipo de ambiente. Muitos filhos de Deus são gradualmente sugados pelo mundo através de atividades e contatos sociais indiscriminados. Não estamos propositadamente tentando ser anti-sociais. Não somos João Batista, que não comia e não bebia. Seguimos o Senhor que comia e bebia. Mas quando contatamos as pessoas, precisamos manter nossa posição. Ninguém deve conseguir afrontar nossa postura como cristãos. Eles devem respeitá-la. Se não conseguimos manter nossa postura como cristãos, é melhor sair daquele ambiente".

(texto extraído do livro Lições para o viver cristão, de Watchman Nee, Árvore da vida, pp. 50-51)

A salvação orgânica‏



Palavras de Satanás, na boca de Pedro:
"Tem compaixão de ti, Senhor; isso (sofrer muitas coisas e morrer) de modo algum te acontecerá" (Mt 16:22)

O "evangelho da prosperidade" não é bíblico

Há pessoas que pregam que, ao receber Jesus como seu Senhor e Salvador, seus sofrimentos terminarão. Esse ensinamento é absolutamente contrário à Bíblia. Ela declara que a vida de todo ser humano é marcada pelo sofrimento; também revela que após recebermos Cristo podemos, até mesmo, passar por mais sofrimentos do que em nosso tempo de incredulidade. Esse sofrimento é permitido por Deus para levar-nos a depender totalmente Dele e para limpar-nos de nosso ego e da vida da alma. Não podemos enganar as pessoas, prometendo-lhes algo que a Bíblia não confirma. Não precisamos usar este artifício para que as pessoas venham a Jesus. Cristo é suficientemente atraente, sublime e belo para atrair-nos para Ele. (...) Por sermos seres humanos, sofremos; por sermos cristãos genuínos, sofremos ainda mais, e por sermos cristãos genuínos que amam e buscam receber a herança, sofremos ainda mais. Mas há um doce consolo neste sofrimento: não sofremos sozinhos, mas com Cristo. "Se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados" (Rm 8:17). Não é necessário correr atrás dos sofrimentos, eles virão naturalmente. O que importa é vermos que esse sofrer tem um fim proveitoso: sermos glorificados. Se não experimentarmos o corromper-se, o desgastar-se do homem exterior, não experimentaremos a renovação do homem interior - quanto mais sofrermos exteriormente, mais nosso homem interior se fortalecerá"

(texto extraído do livro A salvação orgânica para a edificação do corpo de Cristo: apascentamento, de Dong Yu Lan, árvore da vida, pp. 53-60)